Gustavo Galvão

Nove Crônicas: agora na TV


Com Simone Spoladore, Júlio Andrade e grande elenco, o longa com
direção de Gustavo Galvão estreia no Canal Brasil agora em março

Já tem programa para depois do carnaval? Então anote na agenda: terça-feira, dia 11/03, às 22h, Nove Crônicas para um Coração aos Berros chegará à tevê! O filme vai estrear no Canal Brasil, na faixa Seleção Brasileira, focada na nova safra da produção cinematográfica nacional. Também tem horário definido a primeira reprise: na madrugada de sábado para domingo (16/03), à 0h15. O Canal Brasil pode ser visto por assinantes das principais operadoras a cabo e por satélite do país, inclusive NET, SKY e GVT.

Todos os detalhes sobre o filme estão no Facebook:
https://www.facebook.com/NoveCronicasParaUmCoracaoAosBerros

Nove Crônicas para a América Latina e Espanha


Detalhe da arte em espanhol para o longa de Gustavo Galvão

Nesta quarta teremos um motivo a mais para celebrar: no dia 1º de janeiro, tem início a pré-venda de Nove Crônicas para um Coração aos Berros nas lojas do iTunes por toda a América Latina e também na Espanha! Já a partir de 16 de janeiro, o filme estará nas lojas virtuais da Apple em cerca de 20 países, inclusive no Brasil – além de Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela, México… Enquanto o dia não chega, que tal dar uma olhada no trailer de “Nueve Crónicas para un Corazón Desgarrado”?

Seguem os links para adquirir o filme em cada país:

Argentina:
https://itunes.apple.com/ar/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Bolívia:
https://itunes.apple.com/bo/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Brasil:
https://itunes.apple.com/br/movie/nove-cronicas-para-um-coracao/id748263898

Chile:
https://itunes.apple.com/cl/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Colômbia:
https://itunes.apple.com/co/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Costa Rica:
https://itunes.apple.com/cr/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

El Salvador:
https://itunes.apple.com/sv/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Equador:
https://itunes.apple.com/ec/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Espanha:
https://itunes.apple.com/es/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Guatemala:
https://itunes.apple.com/gt/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Honduras:
https://itunes.apple.com/hn/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

México:
https://itunes.apple.com/mx/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Nicarágua:
https://itunes.apple.com/ni/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Panamá:
https://itunes.apple.com/pa/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Paraguai:
https://itunes.apple.com/py/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Peru:
https://itunes.apple.com/pe/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

República Dominicana:
https://itunes.apple.com/do/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

Venezuela:
https://itunes.apple.com/ve/movie/nueve-cronicas-para-corazon/id748263898

E agora em Tiradentes


Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa: confirmado em Tiradentes, o
filme integra a mostra em homenagem ao ator Marat Descartes (esq.)

Vamos voltar a Minas! Em janeiro de 2014, um ano e meio após as filmagens em Ouro Preto e Patrocínio, Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa segue para as Gerais para participar da Mostra de Tiradentes. O filme está confirmado na 17ª edição do evento, a mais célebre vitrine do cinema independente brasileiro.

E essa participação será muito especial: Uma Dose Violenta integrará a homenagem ao ator Marat Descartes, que apresentará, no primeiro fim de semana, dois longas-metragens, um média e quatro curtas. A Mostra de Tiradentes vai acontecer de 24 de janeiro a 1º de fevereiro de 2014. Outros detalhes no site do festival, no Facebook do filme e aqui, em breve!

Road movie atualiza espírito beatnik


Vinícius Ferreira em cena de Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa

Entrevista para Amarílis Lage, publicada no site da 37ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Quase vinte anos atrás, Gustavo Galvão leu um poema que o marcaria profundamente. Era Uivo, de Allen Ginsberg. Um trecho, especialmente, o atingiu: “em busca de uma dose violenta de qualquer coisa”. Essa seria a semente do filme que Galvão apresenta agora na Mostra. O longa traz dois viajantes, Pedro e Lucas, que se conhecem numa lanchonete de beira de estrada em Minas e decidem viajar juntos. Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa é o segundo filme de Galvão, que também apresentou seu primeiro longa (Nove Crônicas para um Coração aos Berros) na Mostra do ano passado.

Seu filme se passa na estrada, mas tem Brasília e Ouro Preto como referências importantes. Ao escolher essas duas cidades, você tinha em mente algum contraponto?

Gustavo Galvão: Os dois personagens principais se conhecem na estrada, mas são de Brasília. Uma das primeiras motivações foi discutir essa cidade – que foi criada com um ideal – a partir de dois brasilienses que saíram dela. Brasília foi crucial para o desenvolvimento do roteiro e foi natural que escolhesse Ouro Preto, porque é seu oposto. É a cidade modernista versus a colonial. A nova versus a antiga. A cidade com identidade forte, histórica, que é Ouro Preto, versus uma ainda em processo de construção.

Essa viagem dos personagens é também um resgate de Brasil?

Galvão: Não gosto de falar em um resgate de Brasil porque eles viajam numa parte muito restrita do país. Prefiro dizer que é o resgate de uma região que o brasileiro desconhece: a região do cerrado, do interior de Goiás, que, na minha opinião, é pouco explorada pelo cinema brasileiro. Um objetivo que persegui tanto no roteiro como na direção foi revelar um pouco dessa parte do país, mas não com um objetivo antropológico ou geográfico. Desde o começo fiz um pacto com os personagens e estou sempre com eles, não caio na tentação de mostrar belas paisagens…

O título é uma referência a Uivo e a história lembra Kerouac. Quais são as aproximações que você buscou com a cultura beatnik?

Galvão: A cultura beatnik foi uma influência muito forte na minha adolescência e, embora eu já não seja adolescente há algumas décadas, carreguei comigo a impressão da primeira leitura de On the Road, por exemplo. Quando li Uivo, essa simples frase – dose violenta de qualquer coisa – me remeteu a muitas possibilidades. Tanto que li isso em 1994 e só escrevi o roteiro em 2007. Estava germinando essa ideia a partir da impressão que tive ao ler Uivo pela primeira vez.

Mas seus personagens não correspondem a um espírito de adolescência. Já estão na faixa dos 30 e passaram por muita coisa. Como chegou a eles?

Galvão: No começo, ia ser realmente um filme sobre jovens. Mas fui amadurecendo e vi que o foco deveria estar em personagens com mais de 30 anos, pessoas que já passaram por poucas e boas na vida e precisam de um tempo para refletir. Trata-se de uma coisa pouco discutida no cinema brasileiro, mas da qual já se fala muito na psicologia: a crise do quarto de vida, quando a sociedade espera que você tome uma decisão, saiba o que vai fazer, ganhe dinheiro, tenha uma família… Mas e se você não se enquadra nessas convenções? E aí? Por isso foi importante meu amadurecimento, para trazer esse personagem em vez de cair no lugar comum dos jovens em busca da vida. Todos nós procuramos a vida em algum momento.

A geração beat também questionava essa vida regida por convenções. Como trouxe essa questão para um contexto contemporâneo, brasileiro?

Galvão: Os tempos são outros, as relações são completamente diferentes… Eu diria que de lá para cá o cinismo talvez tenha ganhado mais significado, e o individualismo seja mais presente. E havia uma certa ingenuidade adorável que não existe mais. Ninguém é ingênuo nessa história. Quanto à questão da brasilidade, não pensei muito nisso – o Brasil ia acabar se revelando pelo meu olhar. Em termos estéticos, uma coisa importante é a trilha. Eu queria o jazz, por causa da inspiração beatnik – tinha a ver com a imprevisibilidade e a descontinuidade dos personagens. Mas mesmo isso a gente atualizou, é um jazz que só poderia ser feito hoje, que olha para a frente. E o filme tem uma mescla de gêneros, tanto narrativos como musicais. Tem funk, tem Otto, tem uma banda peruana dos anos 60… É uma mescla na linha da confusão dos personagens.

Em Porto Alegre e Curitiba


Júlio Andrade e Denise Weinberg em uma cena de Nove Crônicas

O longa Nove Crônicas para um Coração aos Berros entra na terceira semana em exibição! Agora estamos em Porto Alegre e Curitiba.

Na capital gaúcha, o filme poderá ser visto pelo menos até quinta, dia 24/10, na Cinemateca Paulo Amorim (na Casa de Cultura Mário Quintana). Nessa primeira semana em cartaz, serão dois horários: 16h30 e 20h.

Também até quinta, os curitibanos verão o filme no Cine Guarani. Atenção aos horários: sexta-feira, domingo e quarta-feira, a sessão única começará às 18h; sábado, terça-feira e quinta-feira, a sessão terá início às 20h.

Mais detalhes no Facebook do filme:
https://www.facebook.com/NoveCronicasParaUmCoracaoAosBerros

Continuamos em cartaz!


Nove Crônicas: uma semana após a estreia, o filme pode ser visto
em duas das melhores salas do circuito de arte na capita paulista

Lançado em São Paulo na sexta-feira passada, dia 04 de outubro, o longa Nove Crônicas para um Coração aos Berros entra na segunda semana em exibição em São Paulo. E agora em duas salas!

O filme seguirá até domingo, 13/10, no CineSesc (R. Augusta, 2075), em duas sessões: às 15h e às 19h. Até quinta, dia 17/10, o filme pode ser visto no Espaço Itaú Augusta (R. Augusta, 1475), sala 03, na sessão das 18h.

E na semana que vem tem estreia em Porto Alegre!

Mais detalhes no Facebook do filme:
facebook.com/NoveCronicasParaUmCoracaoAosBerros

GRITO SILENCIADO
Este é o título da bela matéria de Alvaro Machado sobre o filme, publicado na Revista da Cultura de outubro. Uma amostra da matéria, com a chamada: “Em seu primeiro longa-metragem, Nove Crônicas para um Coração aos Berros, o diretor Gustavo Galvão investiga, assim como fizeram Fellini e Antonioni, a percepção torta do tempo e os descompassos da vida”.

Segue o link:
http://www.revistadacultura.com.br/revistadacultura/detalhe/13-10-02/Grito_silenciado.aspx

Produtiva inquietação


Em Nove Crônicas, os locais refletem o estado de espírito dos personagens

Entrevista para Yale Gontijo, publicada no Correio Braziliense (segunda, 07 de outubro de 2013)

O cineasta Gustavo Galvão é um cara instável. Ele queria fazer cinema numa época em que o curso da UnB não estava funcionando e o cinema de Brasília não andava tão bem das pernas. Pensou em adotar a publicidade como carreira universitária. Acabou optando por fazer jornalismo no último segundo. Anos depois, vivia de forma estável como crítico de cinema no Correio para estudar a sétima arte na Espanha.

Tinha 26 anos. Mais tarde, cansou-se do “eterno pioneirismo cultural em Brasília” e se mandou para São Paulo, onde continua a fazer filmes brasilienses num total de sete curtas-metragens. Este ano, completou 38 anos de vida e corre para lançar dois filmes ao mesmo tempo. Em setembro, exibiu, na cidade em que nasceu, Uma dose violenta de qualquer coisa, único longa de ficção selecionado para a Mostra Brasília do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em outubro, entrou em cartaz Nove crônicas para um coração aos berros, título episódico com Simone Spoladore, Marat Descartes, Leonardo Medeiros e grande elenco, em cartaz no Cultura Liberty Mall.

>> Ponto a ponto//Gustavo Galvão

Essencial
Brasília terá a possibilidade de crescer intelectualmente quando se entender como capital. Ser capital não é somente ser a sede dos poderes públicos. É ter relevância para o país inteiro. O projeto inicial de Brasília era o da capital essencial para o Brasil. Não estamos conseguindo ter essa relevância. Está na hora de as pessoas e instituições (públicas ou não) assumirem a cidade.

Palavrão
A palavra estabilidade é um palavrão. A estabilidade do funcionalismo público mata o projeto vanguardista de Brasília. Vanguarda é risco, no sentido de empreendedorismo mesmo. Quero deixar claro que não tenho nada contra uma pessoa desejar ter estabilidade na vida. Não é isso. Mas me incomoda ver essa mentalidade contaminar as outras áreas. Meus filmes atacam isso.

Modelo caótico
Decidi fazer o Nove crônicas em outubro de 2009 e, em fevereiro de 2010, já estávamos filmando. Fizemos tudo em quatro meses: roteiro, ensaio com os atores e filmagens. Nós só gravávamos no fim de semana, seguindo a filosofia do “não encher o saco de ninguém”. Foi um processo caótico maravilhoso, vindo de uma vontade urgente de fazer cinema com financiamento próprio.

Realismo de novela
A preocupação era não fazer um filme com realismo clássico, como os de novela. Se a casa da professora é escura, é porque a vida dela é assim. Se a personagem do músico é toda pichada, é porque a vida dele é assim. A ideia era atrelar o sentimento do personagem à locação. A pesquisa dos locais foi fundamental. Foi São Paulo na veia com interferências mínimas, muito sutis.

Cinema de reinvenção
A única coisa que os personagens de Nove crônicas têm em comum é o fato de estarem todos no limite, com necessidade de se reinventar. Por isso, a câmera fixa o tempo todo em planos-sequências. Os personagens querem sair do enquadramento, mas não conseguem. Sou um rato de cinema e um rato de museu, capaz de ficar 30 minutos na frente de um quadro até perceber qual é minha impressão.

Minha maneira
As pessoas tendem a enquadrar o artista. Quando Bob Dylan mudou, foi massacrado. Na verdade, ele estava sendo fiel a si mesmo. Tive uma fase de experimentar o filme sem diálogos, quase uma dança mesmo. Cheguei aonde queria chegar, entendi o que eu queria entender. No Minha maneira de estar sozinho (curta-metragem), fiz outros tipos de experimentação. Usei as experiências nos dois longas. Pode não parecer, mas levei muito do trabalho dos curtas para os dois longas.

Gêneros de filme
Um rótulo cinematográfico é uma exigência industrial, comercial. Como critico, eu já tentava quebrar a coisa dos rótulos. Será que é isso mesmo, será que é assim mesmo que estou enquadrando? O gênero cinematográfico pode ser transgredido, apresentado em camadas, como bananas ou cebolas. O interessante é poder encontrá-las. Buscamos a inconstância da vida, mudar de gênero de uma hora para outra.

O crítico
A melhor coisa de ter sido crítico de cinema foi assistir a filmes aos quais eu jamais assistiria. Quando a gente se fecha muito, vira praticamente um talibã. Curiosamente, a carreira de crítico/jornalista abriu minha cabeça para outras possibilidades. Hoje, olhando com distanciamento, talvez eu era muito sisudo. Eu buscava a forma e o conteúdo, a perfeição. Na verdade, descobri que o erro também faz parte do jogo.

Filme pequeno não tem vez
O que mais atrapalha é o preconceito do exibidor em pré-julgar o filme que vai dar público. Se não fosse a Vitrine Filmes, os filmes brasileiros transgressores não seriam distribuídos. Tenho ouvido pessoas dizendo que o cinema nacional nunca esteve tão bem. Não é verdade. O abismo entre o cinemão comercial e os filmes pequenos nunca foi tão grande. O Brasil precisa debater a democratização de seu cinema.

Estreia em São Paulo e Brasília!


Nove Crônicas para um Coração aos Berros: no circuito comercial

Atenção: está confirmadíssima a estreia de Nove Crônicas para um Coração aos Berros nos cinemas! Para começar, o filme terá duas sessões especiais, a primeira em Brasília e a outra em São Paulo.

No dia 03/10, quinta-feira, o filme terá a primeira exibição pública na Capital Federal. A pré-estreia acontecerá às 21h50, na Sala 02 do Cine Cultura (Liberty Mall). Depois da sessão, o diretor Gustavo Galvão e o ator Vinícius Ferreira vão bater um papo com o público brasiliense. No dia seguinte, 04/10, o filme entra em cartaz normalmente, no mesmo Cine Cultura.

Já em São Paulo, o filme estreará em um dos melhores cinemas da cidade, o CineSesc (Rua Augusta, 2075). Serão duas sessões por dia, de 04 a 13/10: às 15h e às 19h. Na sexta-feira, dia 04/10, a sessão das 19h será seguida de debate – dessa vez, Gustavo Galvão e Vinícius Ferreira estarão ao lado de atores como Rita Batata, André Frateschi, Paula Cohen, Larissa Salgado e Carolina Sudati.

Serão duas ótimas oportunidades para conversar sobre um longa-metragem diferenciado, sem paralelos na produção cinematográfica brasileira atual. E lembrem-se: após a estreia em Brasília e São Paulo, chegará o momento de lançar o filme em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Goiânia, entre outras cidades.

Mais detalhes no Facebook do filme:
facebook.com/NoveCronicasParaUmCoracaoAosBerros

Dois prêmios em uma semana


Nove Crônicas: prêmio de direção esquenta ainda mais o lançamento

Dois filmes na mesma semana, embora em festivais diferentes. No mesmo dia (22 de setembro), enquanto Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa estreava no 46º Festival de Brasília, Nove Crônicas para um Coração aos Berros levava o prêmio de Melhor Direção no 10º Festival de Cinema de Maringá (na categoria Ficção). Para fechar com estilo a participação em Brasília, Uma Dose Violenta acabou arrebatando o troféu Câmara Legislativa de Melhor Trilha Sonora.

O prêmio em Brasília consolida o impactante trabalho desenvolvido pelo sax tenor Ivo Perelman, brasileiro radicado nos EUA, que produziu a trilha original e a executou ao lado de Matthew Shipp (piano), Mat Maneri (viola, violino) e o quarteto de cordas Sirius Quartet. Vale lembrar que a trilha conta também com peças de Assis Medeiros, Judaz Mallet (um funk em parceria com André Arvigo e Mc Gi), Otto e dos peruanos dos Los Saicos, além de trecho de Serendipity, jazz que Ivo gravou com Matthew Shipp, William Parker e Gerald Cleaver.

Já a premiação em Maringá serve como um estímulo a mais para o lançamento de Nove Crônicas no circuito comercial. E está certo: a partir de 04 de outubro, o filme poderá ser visto no CineSesc (São Paulo) e no Cine Cultura (Brasília). A partir daí, ele seguirá para Rio, Porto Alegre, BH, Goiânia… Não custa reforçar que o filme já havia recebido, em abril/2013, um prêmio importante: menção especial da crítica (júri ACCU/FIPRESCI), no 31º Festival Cinematográfico del Uruguay.

Os dois filmes estão no Facebook:
https://www.facebook.com/NoveCronicasParaUmCoracaoAosBerros
https://www.facebook.com/UmaDoseViolentaDeQualquerCoisa

Teaser no ar

http://vimeo.com/74730593

Quer ver uma pequena amostra do Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa? Então veja o teaser do longa no Vimeo. O lançamento do filme acontecerá no dia 22/09, às 14h30, no Cine Brasília, como parte da programação do 46º Festival de Brasília.